Ligeiro no picadeiro

É Lisboa|A cada dia você me diz: Seja azeite qurnte! Aqui neguim que não se vira|É tombo sem medida. Se liga, aqui nada alisa| Calçada portuguesa é fria|Nem os daqui estão isentos da caída.

Sebo na canela| Se pegar só vai dar ela | brasileiro é bicho solto| Capoeira é logo no pequeno-almoço| Cedo no compasso| num balanço compacto| Estilo livre em fantasia| Na cadência da vida.

Mas escuta lá meu Portugal| Eu não estou de passagem | Se provocar é chute nos bagos| A língua portuguesa é território de muito malandro original. Engula minha realidade que assim fica mais fácil| Ela só vive na cumplicidade de quem representa seu papel.

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