Dualém

Enquanto se escolher o amor
O frio fundo do céu
Continuará fazendo cada molécula
Girar de alegria em volta do Sol.

Enquanto o amor for permitido
A ponta dos meus dedos
Estarão apontadas de carícias.

Enquanto eu amar a vida
Minha consciência não deixará
De estar em cada flor e fruto.

Porque tudo é sagrado
E sedento ao mesmo tempo
Tudo brilha de um milagre absoluto
Possivelmente real como a imaginação dos rebeldes.

Enquanto continuar a fabricar o amor
Paraísos de sentidos serão desenterrados.
Cada um sabe, por mais difícil que seja a engrenagem
Que o centro de cada círculo existe um êxtase inexpressível
Onde todos os ideais se governam sem milícias.

Qual é a linguagem do teu Universo?
Liberte meus pés desta gravidade.

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Sobre Gustavo Santiago Guimaraes

Gustavo Santiago Guimarães é poeta. Autor de Sol-te no caminho.
Esta entrada foi publicada em Poesias. ligação permanente.

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