A basílica da estrela

Entrei na basílica da estrela em Lisboa
Era manhã muito nova, a cidade acordava
Sentado ali no banco eu não pensava
Sem qualquer preceito permaneci ali
Quanta exuberância do barroco e neoclássico.

Pela arquitetura da grande cúpula
Se via os primeiros raios de sol entrando
Os pássaros cintilavam com um silêncio absoluto.
Como é bom a ausência de ruído. O mundo só faz ruído.
As pessoas que ali estavam entraram num silêncio profundo
Habitavam e cooperavam para perpetuar aquele silêncio.

Entrei para dentro…
O sino tocou…
Alcancei um estado de paz jamais sinalizado.

Lembramos o sangue e o corpo daquele que todos em conjunto falam:
Santo, santo, santo!

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Sobre Gustavo Santiago Guimaraes

Gustavo Santiago Guimarães é poeta. Autor de Sol-te no caminho.
Esta entrada foi publicada em Poesias. ligação permanente.

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